Por Marco Aurélio Cidade
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publicado por propagandaearte, em 18.05.12 às 18:28link do post | favorito

 

 

 

PARA OS RETRÓGRADOS,


PARA OS SEM CORAGEM,


PARA AQUELES QUE


NÃO ACEITAM MUDANÇAS


E MUITO MENOS


QUEREM MUDAR. 

 

 

 

 E VIVA CACILDA BECKER!!! 

 

 

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publicado por propagandaearte, em 18.05.12 às 16:39link do post | favorito

 

 

 

 

POR MAIS INCRÍVEL

 

 

E INACREDITÁVEL

 

 

QUE POSSA PARECER

 

 

ESTA NOTÍCIA

 

 

ACABA DE SER PUBLICADA

 

 

NO JORNAL DE NOTÍCIAS.

 

 

É ASSIM QUE PORTUGAL

 

 

QUER SAIR DO BURACO

 

 

EM QUE SE ENCONTRA?

 

 

O GOVERNO ESTÁ FAZENDO

 

 

TUDO ERRADO.

 

 

 

VIVA CACILDA BECKER!!!

 

 

 

 

 

 

 

Desempregados podem

 

acumular subsídio com salário

 

a partir de

 
junho

Publicado <input ... >às 15.27


 



A medida que permite acumular subsídio de desemprego com
salário vai entrar em vigor em junho e abrangerá 50 mil desempregados, anunciou
o ministro da Segurança Social, Mota Soares, no final de uma reunião com os
parceiros sociais.

Esta foi uma das medidas que esteve, esta sexta-feira, no centro da discussão
do Governo com os parceiros sociais, a par do Salário Mínimo Nacional, em sede
de concertação social.

"Para nós é muito importante garantir que já no próximo mês esta medida possa
chegar ao terreno, às empresas e aos desempregados e sirva de estímulo à
contratação e ao regresso ao mercado de trabalho de desempregados", disse Mota
Soares aos jornalistas no final de uma reunião em sede de concertação
social.

O ministro da tutela revelou que "a portaria está em fase de ultimação" e que
o Governo vai receber, ao longo da próxima semana, contributos dos parceiros
sociais para que esta "seja ultimada na próxima semana" e esteja já no terreno
em junho.

A medida estava prevista no Compromisso para o Crescimento, a Competitividade
e o Emprego, assinado a 18 de janeiro entre o Governo e os parceiros sociais, e
deverá abranger cerca de 50 mil desempregados, de acordo com a estimativa do
Secretário de Estado do Emprego, Pedro Martins.

No final da reunião, o governante alinhou pelas palavras de Mota Soares,
destacando que, já a partir de junho, haverá condições para "ter a medida no
terreno de forma a facilitar o ajustamento no mercado de trabalho, e em
particular dando mais oportunidades aos desempregados de longa duração".

"Esta medida está essencialmente direcionada para aqueles desempregados que
tenham um período relativamente longo de subsídio de desemprego, mas penso que é
expectável que cerca de 50 mil desempregados possam beneficiar desta medida",
disse Pedro Martins.

A "Medida" destina-se aos desempregados que beneficiem do regime geral de
Segurança Social e que estejam inscritos nos centros de emprego há pelo menos
seis meses e que aceitem uma oferta de trabalho cuja remuneração seja inferior à
da sua prestação de subsídio de desemprego.

Relativamente ao apoio financeiro, os desempregados terão direito a "50 por
cento do subsídio de desemprego durante os primeiros seis meses, até ao limite
máximo de 500 euros, ou a 25 por cento do subsídio de desemprego durante os seis
meses seguintes, até ao limite máximo de 250 euros", durante o período de um
ano.

De salientar que serão excluídos desta medida os desempregados que aufiram um
subsídio de desemprego inferior ao valor do Salário Mínimo Nacional (SMN).

A proposta hoje discutida mereceu o apoio da maioria dos parceiros sociais, à
exceção da CGTP que acusa o Executivo de querer promover o 'dumping salarial',
uma acusação negada por Mota Soares. O ministro garantiu que "a portaria
acautela isso", para que tal não chegue a acontecer.

Já para a UGT, trata-se de uma "medida positiva que cria flexibilidade",
realçando contudo a necessidade do envolvimento do Instituto do Emprego e
Formação Profissional (IEFP) no apoio aos desempregados durante todo o
processo.

A CCP, por seu turno, considera que esta "é uma medida secundária, na medida
em que para criar emprego é preciso financiar a economia, ao passo que a CIP,
presidida por António Saraiva, apoia a medida do Governo e defende a sua
aplicação já a 1 de junho.


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publicado por propagandaearte, em 18.05.12 às 12:10link do post | favorito
 

ATENÇÃO, RAPAZIADA COM 60

QUE SE ACHA INÚTIL E VELHA.

ESSA É EM HOMENAGEM

A VOCÊS.

QUEM É "SESSENTÃO"

ESTÁ A PLENO VAPOR.

UMA CAMPANHA

MAIS QUE INTERESSANTE,

OPORTUNA.

 

 

 FONTE: www.proxima.com.br

A Nova Cara da 3ª Idade

Movimento convoca criativos para repensar a imagem do idoso

e desenhar um novo símbolo que represente os maiores de 60 anos

17 de Maio de 2012 14:49


 

Objetivo é repensar a imagem do idoso e desenhar um novo símbolo que represente os maiores de 60 anos

A agência Garage, com a parceria da ItsNOON, Catarse, Enox e Update or Die, estão convocando criativos para participar do movimento “A Nova Cara da 3ª Idade” (veja aqui o perfil do movimento no Facebook). O objetivo é repensar a imagem do idoso e desenhar um novo símbolo que represente os maiores de 60 anos. As dez melhores criações - três escolhidas por voto popular na rede e sete pela curadoria - serão premiadas com R$ 500.

“É difícil acreditar que o símbolo que encontramos nos ônibus, metrôs e em vários lugares da cidade represente o papel que estas pessoas têm hoje na sociedade, o nível de contribuição que podem trazer. Essas ações na internet e nos bares são o primeiro passo do movimento, que é o de provocar a sociedade para essa discussão”, explica Max Petrucci, presidente da agência Garage.

Em paralelo, o projeto busca apoio na plataforma de financiamento colaborativo Catarse para arrecadar R$ 8 mil, que serão utilizados na premiação das ideias selecionadas e na divulgação do movimento.

 

 

 

 

 

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publicado por propagandaearte, em 17.05.12 às 14:41link do post | favorito

MADAME "E"

 

A MAIS CHARMOSA LOJA

 

DE LINGERIE BRASILEIRA

 

NO PORTO 

 

VAI SELECIONAR

 

AS MODELOS

 

DA SUA

 

COLEÇÃO VERÃO.

 

 

 

 

 

No dia 2 de junho, a partir das 15:00h, a MADAME "E", a loja de lingerie brasileira mais charmosa do Porto fará uma sessão de fotos para escolher as três modelos que apresentarão a coleção verão da lingerie mais bonita do mundo.

As fotos serão na própria loja, que terá um estúdio fotográfico profissional montado em suas dependências para clicar as candidatas. As inscrições serão feitas no próprio dia na MADAME "E".

As escolhidas receberão cada uma um caché de 100 euros e participarão de toda a comunicação que a loja fizer (catálogo, revistas, TV, internet e/ou outras).

Além disso, ainda receberão sem nenhum custo, um álbum com suas fotos em CD.

Para participar basta ir à loja a partir das 15:00h do dia 2 de junho e se inscrever. As fotos serão realizadas por fotógrafo profissional contratado pela agência HOUSE POWER DANCE.

Você não pode perder esta chance. Venha, candidate-se. Você poderá ser a próxima modelo da MADAME "E".

 

www.madame-e.pt

 

www.facebook.com/madame.e.modaintima

 

https://www.facebook.com/#!/housepowerdanceLIVE

 

 

 


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publicado por propagandaearte, em 16.05.12 às 14:49link do post | favorito

 

CRIOESTAMINAL;

 

DEMASIADO FORTE.

 

POR QUÊ?

 

 

Acabo de ler o artigo abaixo, publicado agora a pouco no jornal MEIOS & PUBLICIDADE (PT) e fiquei estarrecido não só com o teor do artigo mas, principalmente com os comentários das pessoas acerca do tema abordado no filme. Beiram a ignorância além de serem altamente agressivos.

É preciso entender o que se passa antes de apenas criticar e, principalmente, ofender.

As células estaminais e sua aplicabilidade foram noticiadas pela imprensa mundial pela primeira vez no início do ano de 2007, ou seja, é algo extremamente novo. A partir daí, o seu uso, os benefícios de seu uso e as tecnologias para o seu uso foram começando a aparecer após pesquisas médicas e observação de resultados. Importante deixar claro que as células estaminais, células-tronco ou células-mãe podem ser encontradas não apenas no cordão umbilical, mas também no sangue, no fígado, na medula óssea e no líquido amniótico.

(fonte: banco de dados da  Escola de Medicina da Universidade de Wake Forest, no estado norte-americano da Carolina do Norte)

O filme muito bem desenvolvido e nada apelativo ou ofensivo, pela 2034, agência do Marco Dias e com apoio de Bidarra e Wengorovius e produção da Ministério Filmes, teve a direção de Marco Martins. João Wengorovius e Pedro Bidarra atuaram como consultores da Crioestaminal.

Gente, o filme apenas é uma ilustração das inúmeras possibilidades de cura com o uso das células estaminais para uma grande quantidade de doenças. Apenas uma ilustração. Não fere a integridade de ninguém, não ofende, não é para culpar ninguém, portanto não acusa quem não congelou as células estaminais dos cordões umbilicais de seus filhos.

Beira as raias da estupidez a colocação das Sras. Sónia Mendes de Almeida e Ana Cláudia. Agressivas são elas e não a campanha. Falta-lhes no mínimo polidez para apresentar suas insatisfações (que todos têm direito, é claro; não estou dizendo que todo mundo tem que concordar com tudo) além de coerência nas suas argumentações.

Ninguém pode ser "condenado" por não ter congelado as céluas de seu filho, volto a dizer. É uma descoberta muito recente e a tecnologia ainda nos vai apresentar muitas novidades sobre o assunto. Quem já nasceu, já nasceu, está nascido e pronto. A empresa está apenas e tão somente "vendendo o seu peixe" e informando da possibilidade de guarda das referidas células, como medida preventiva para algum dissabor futuro que possa haver na saúde do "dono" das células.

A criança não apresenta nenhuma característica de que está doente e não há a necessidade de nenhum pai, nenhuma mãe se sentir culpado por não ter feito o congelamento das células. É muita estupidez não enxergar isto. Leia o artigo e vejam o filme (http://youtu.be/-DsfuyPSVw0) e, principalmente, leia os comentários feito no youtube.

Revoltante é a ignorância.

 

 

 

Será este anúncio da Crioestaminal demasiado forte? (com vídeo)

15 de Maio de 2012 às 23:59:00 , por                Rui Oliveira Marques - JORNAL MEIOS & PUBLICIDADE

 

 

“Mãe, Pai, guardaram as minhas células?” A pergunta é feita por uma criança no mais recente anúncio de televisão da Crioestaminal, que já obrigou a marca a defender a campanha na sua página no Facebook. A empresa sustenta que mais de 80 as doenças podem ser tratadas com recurso às células estaminais do sangue do cordão umbilical e que existe uma hipótese em 200 de que, ao longo da vida, “uma pessoa seja diagnosticada com uma doença cujo tratamento pode estar nestas células do próprio ou de um dador compatível”. É nessa altura que, segundo o anúncio, os pais têm de estar preparados para responder à pergunta do filho. “Quando desenvolvemos a campanha, a Crioestaminal tinha consciência de que a mensagem era forte. A campanha pretende alertar a sociedade para o impacto que estas células podem ter, uma vez que são utilizadas no tratamento de diversas doenças, que podem ocorrer ao longo da vida e em que nem sempre se pensa no momento do nascimento”, disse ao M&P fonte oficial da marca. “Respeitamos todos os comentários, no entanto acreditamos nesta causa e vamos continuar a defendê-la”, completa. A campanha, também presente em imprensa, continuará nos meios até Junho.

Desde que a campanha estreou, têm-se multiplicado na página da marca no Facebook comentários negativos, com alguns consumidores a garantirem que vão apresentar queixa junto da ERC e do ICAP. “Como têm coragem de falar em esperança e futuro quando apelam ao sentimento de culpa dos pais para incentivar a preservação de células estaminais”, questiona Sónia Mendes de Almeida. “Sinto-me torturada, inferiorizada, desrespeitada, mal tratada enquanto mãe, pelo vosso anuncio. Podiam informar sem ofender! A campanha é demasiado agressiva”, escreveu Ana Cláudia no mural da Crioestaminal.

Criatividade da 2034, com apoio de Bidarra e Wengorovius

A campanha foi criada pela 2034, de Marco Dias. A produção dos filmes esteve a cargo da Ministério dos Filmes, com realização de Marco Martins. João Wengorovius e Pedro Bidarra trabalharam como consultores da Crioestaminal no processo de definição da estratégia de comunicação e marketing que levou à escolha da 2034. Ao M&P, Pedro Bidarra considera que “a campanha é forte e tem uma componente de serviço público, para educar as pessoas. Por isso é que no filme a voz de companhia não refere a Crioestaminal”, acrescentando, a propósito das críticas de que o anúncio pode ofender pais com menos recursos, que “mesmo que as pessoas não tenham dinheiro para guardar as células num banco privado, podem optar por um banco público. Aqui não se diz às pessoas para não escolherem o banco público”. “As pessoas e os médicos estão muito desinformados sobre esta questão”, remata.

 

 

 

 


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publicado por propagandaearte, em 16.05.12 às 12:58link do post | favorito

 DEU HOJE NO IG

E FOI ELA QUE DISSE,

 

ENTÃO...

 

SIGA-A E APROVEITE

 

AS NOVIDADES

DA MADAME "E"

 

A LOJA DE LINGERIE

 

MAIS CHARMOSA

 

DO PORTO.

Gisele deixa sutiã à mostra

e diz ser adepta de

lingeries sensuais

 

Top ainda deu dica para o relacionamento não cair na rotina

e contou que “o que acontece

 entre quatro paredes, fica entre quatro paredes”

 

Thaís Sant'Anna, especial para o iG Gente | 15/05/2012 22:14:11- Atualizada às  15/05/2012 22:28:11

Foto: Manuela Scarpa/Photo Rio NewsGisele Bündchen:
 "Lingerie tem que ser uma coisa que mostra que eu gosto de mim, que aprecio o meu marido e a mim também"

 

 

 
Foto: Manuela Scarpa/Photo Rio NewsGisele Bündchen: 
É um momento em que a mulher pode ser o que quiser: diva, glamourosa, santinha...”, contou ela.

 

 

 

Para Gisele, o objetivo é mostrar que ao vestir a lingerie a “mulher mostra que é segura de si, sensual, confiante e chique”. “Lingerie não é para ser vulgar. Tem que ser uma coisa que mostra que eu gosto de mim, que aprecio o meu marido e a mim também. Lingerie é uma fantasia, uma coisa legal. Eu me divirto com lingerie”, disse a top, que é casada com o jogador, Tom Brady, e tem um filho, Benjamin, de 2 anos.

 

Se gosta de usar peças mais provocantes, Gisele revelou que sim. “É claro. Essa é a hora que você tem para ser ousada. O que acontece entre quatro paredes fica entre quatro paredes", afirmou. A top ainda deu o seu segredo para o relacionamento não entrar na rotina: “Tem que estar sempre junto com o parceiro”.

 

 


 


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publicado por propagandaearte, em 16.05.12 às 12:42link do post | favorito

APRESENTO AQUI

 

O MEU AMIGO...

 

 

JOTA MARANHÃO.

 

 

Desde os tempos de Tijuca (não precisamos divulgar aqui as datas, deixa pra lá) que já escutávamos um cara barbudo chamado pelos amigos de Jota. Ele hoje é o JOTA MARANHÃO.

Centenas de canções depois, (muitas, e se não me engano, a maioria em parceria com outro amigo dos bons tempos de Tijuca, o Neka) e agora, sem barba, JOTA MARANHÃO está a todo vapor, esquentando as cordas com mais e mais composições bem bacanas e que valem muito a pena ser escutadas com amigos ou mesmo tendo como companheiro apenas um uisquinho (do bom, é claro). Divulgo aqui a partir de hoje as novidades sobre este amigo de tantos chopes (pra mim, pra ele só coca cola!) e tantas noites musicais. Faça uma visita à página do JOTA MARANHÃO no My Space: http://www.myspace.com/jotamaranhao. Você vai gostar.

Aproveite!

 

 

Jota Maranhão

 

 

 


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publicado por propagandaearte, em 12.05.12 às 12:11link do post | favorito

RICARDO MONTEIRO,

 

O PROFISSIONAL PORTUGUÊS

 

MAIS IMPORTANTE

 

NO MERCADO BRASILEIRO.

 

É ESTE O HOMEM QUE OCUPA

 

O CARGO DE CEO

 

DA EURO RSCG PORTUGAL,

 

ESPANHA

 

E AMÉRICA LATINA?

 

VERGONHOSO.

 

 

 

“O mercado brasileiro é
altamente protegido”

9 de Maio de
2012 às 22:56:20

, por Rui Oliveira Marques - JORNAL MEIOS & PUBLICIDADE

 

É o profissional português
mais importante no mercado brasileiro ou não estivesse à frente da Euro RSCG
local. Ricardo Monteiro, CEO da Euro RSCG Portugal, Espanha, América Latina e
desde o início do ano vice-presidente da Euro RSCG Worldwide, traça um retrato
realista sobre o país. Apesar das barreiras à entrada, aponta para as
oportunidades que existem nas áreas do digital e dos eventos. E diz por que
bota “esse sotaque de mentirinha”.

Meios & Publicidade (M&P): Aconselha as
empresas portuguesas da área da comunicação e marketing a apostarem no Brasil
como um mercado de exportação? É possível ser competitivo num mercado como o
brasileiro?

Ricardo Monteiro (RM): Sim, é possível ser competitivo no mercado
brasileiro. E se, como portugueses, somos olhados um pouco “por cima da burra”,
a verdade é que a língua representa uma vantagem competitiva indesmentível.
Como em todos os mercados será necessário exercer a máxima prudência, o Brasil
não se libertou ainda de muitos dos atavismos da sua condição latino-americana.
Instituições relativamente fracas (veja-se o descontrole policial em Salvador
há dois meses atrás..), corrupção (a última tem a ver com o “bicheiro”
Carlinhos Cachoeira e envolve políticos ao mais alto nível), fraquíssima
infra-estrutura rodoviária e aeroportuária, burocracia infindável, enfim,
coisas que na Europa se dão por garantidas, apesar da crise, e que no Brasil
ainda representam outros tantos obstáculos. Isso significa que como
profissionais podemos ser competitivos. Como empresas de comunicação, exportar
para o Brasil é praticamente impossível.

 

Atavismo, Sr. Ricardo?
Condição latino americana, Sr. Ricardo? Quem o Sr. pensa que é para falar isso
do Brasil? O seu cargo numa das maiores empresas de propaganda do mundo não lhe
dá o direito de dizer o que bem entender do Brasil, país que lhe acolhe neste
momento. É apenas e tão somente um cargo e saiba que não é insubstituível e
pode ser dispensado a qualquer hora uma vez que é apenas uma peça da
engrenagem. Se estamos ligados a algum atavismo, o que é muitíssimo pouco
provável, uma vez que o Brasil é um dos mais versáteis países (para  não dizer o mais versátil) 

e o que ainda, talvez, repito, talvez, possamos ter de atavismo, devemos aos portugueses que,

digamos sem medo de errar, continuam firmes em suas “tradições”,

mesmo que essas acabem por atravancar o país e continuar a mantê-lo

desnecessariamente  longe, muito longe de um desenvolvimento sócio-cultural ao nível da Europa.

 

“Instituições
relativamente fracas (veja-se o descontrole policial em Salvador há dois meses
atrás..), corrupção (a última tem a ver com o “bicheiro” Carlinhos Cachoeira e
envolve políticos ao mais alto nível), fraquíssima infra-estrutura rodoviária e
aeroportuária, burocracia infindável, enfim, coisas que na Europa se dão por
garantidas”

Francamente, Sr. Ricardo. Francamente.

Portugal é o “créme de la creme” dos países europeus, não é? 

Não há descontrole policial aqui em Portugal?
E o que houve em Lisboa há alguns dias?

A polícia baixou o cacete em jornalistas que cobriam (que faziam o seu trabalho) a greve que houve.

Isso não descontrole policial? É muito fácil falar dos outros, não é?

Não há corrupção aqui em Portugal?  Não citarei exemplos para não tomar muito tempo do leitor,

afinal a lista é enorme.
Temos boas estradas, sim, Sr. Ricardo. Temos boas estradas, sim; agora não
queira comparar o tamanho de Portugal com o do Brasil. Concordo que não são lá
“nenhuma Brastemp”, mas não são fraquíssimas como o Sr. diz. Vamos de Norte a
Sul, de Leste a Oeste sem o risco de cair num  abismo.

Já tive inúmeros problemas com a “maravilhosa” infraestrutura
(sem hífem, viu copydesk?) aeroportuária de Portugal. Burocracia infindável?
Creio que o sr. Ricardo está há muito tem po fora de Portugal ou tem a memória
fraca, ou ainda, não quer reconhecer a verdade. O que se pode dificultar aqui,
dificulta-se. Se há burocracia no Brasil, trata-se de herança do império
português. O Sr. não deve ter estudado a história do Brasil, pois não? Se for
possível andar numa linha sinuosa, porque andar em linha reta, não é mesmo, Sr.
Ricardo? O ditado é muito certo: o macaco nunca olha para o seu próprio rabo,
ou bunda, já que está no Brasil rsrs. É muito fácil atirar pedras no telhado
alheio. Ainda falta, fique sabendo, muita coisa “a se dar por garantida na
Europa”, ou seja, caso não tenha sido claro o suficiente: há uma montanha de
problemas e situações aqui na Europa que ainda devem ser resolvidas. Agora, num
ponto o Sr. está certo, certíssimo: ser competitivo no Brasil pode, exportar
comunicação pra lá, não pode. E sabe por quê? Por que somos precavidos quanto a
abusos, incentivamos a proução por nossas próprias produtoras  e somos também

o povo mais criativo do mundo.
E o mundo morde-se de raiva por isso, mas somos e seremos sempre, porque
ninguém tem a cabeça aberta como a do brasileiro, ninguém aproveita mais as
oportunidades (boas ou ruins) para transformá-las em resultados criativos.
Ninguém, Sr. Ricardo. Ninguém. Portanto, morda-se o Sr. também, mas comunicação
igual a do Brasil, nunquinha! Ninguém mais tem. E não dá pra exportar mesmo,  

porque temos as nossas normas que devem ser
respeitadas (a Europa e o resto do mundo não tem as suas?) e dificultamos ao
máximo, mesmo.

 

 

 

 

M&P: Porquê?

RM: O mercado brasileiro é altamente protegido, todos os filmes e peças
importadas estão sujeitas a tarifas alfandegárias proibitivas. Quanto a
exportar “ideias”, sejamos realistas, como pode a indústria de comunicação
portuguesa competir com congéneres suas no Brasil que pagam os salários mais
altos do mundo e tem das rentabilidades mais elevadas do planeta? É que isso
significa, obviamente, que a qualidade média dessas empresas no Brasil é
superior à nossa (não na proporção dos salários mas melhor, ainda assim..).
Curiosamente, a minha opinião é que a distorção aportada pelas barreiras
proteccionistas também cria uma falsa prosperidade do outro lado do Atlântico.
Deixe-me dar-lhe o exemplo das novelas, que também são comunicação. Enquanto em
Portugal não produzíamos novelas, os brasileiros dominavam o nosso prime-time.
Hoje, as nossas novelas são tão bem realizadas quanto as suas e preferidas pelo
nosso público. No sector automóvel, produzir um carro no Brasil é mais caro 60
por cento que na China. Mas, ainda assim, o Brasil produziu mais de três
milhões de automóveis em 2011.

 

“como pode a indústria de comunicação portuguesa competir com congéneres suas no
Brasil que pagam os salários mais altos do mundo e tem das rentabilidades mais
elevadas do planeta? É que isso significa, obviamente, que a qualidade média
dessas empresas no Brasil é superior à nossa (não na proporção dos salários mas
melhor, ainda assim..).”-

Entenda de uma vez por todas, Sr. Ricardo, já disse acima,

mas o Sr. está precisando que eu repita: não tem nada a ver com salários altos. É

 criatividade pura. O Sr. sabe muito bem que um estagiário que recebe por volta

de 1 ou dois salários mínimos pode (e muitos, inúmeros, milhares até, têm) ter t

anta ou mais criatividade do que um Olivetto (por exemplo, apenas) da vida.

Sabe o motivo, Sr. Ricardo?

O motivo é que temos milhões de Olivettos no Brasil. Crescem em árvores, assim, à toa.

Quanto às telenovelas o Brasil continua liderando o
mundo. Ledo engano seu quanto à teledramaturgia portuguesa. Fraca. Muito fraquinha.

Tenta imitar a brasileira, mas não consegue. Informação demais nos
cenários, artistas representando de forma artificial demais (não quero dizer
com isso que Portugal não tem bons artistas, tem sim; ótimos, mas na
teledramaturgia os nossos – perdoem-me – são muito melhores; eu diria até,
imbatíveis). Portugal ainda não conseguiu aprender nadica de nada com a  Rede Globo

e  Record (que também está ótima, diga-se de passagem). Até em programas de humor usa

todas as referências e copia quadros (óbviamente a partir de contrato realizado com a Rede Globo).

E, last but not least, a teledramaturgia brasileira ainda domina Portugal, sim.  E o mundo.

E é muito bom que isso aconteça, sabe por quê? Porque é dessa maneira que os portugueses,

principalmente as mulheres, estão abrindo mais a cabeça também, saindo da caixa, se é que me
entende.

“No sector automóvel, produzir um carro no Brasil é mais caro 60 por cento que na
China. Mas, ainda assim, o Brasil produziu mais de três milhões de automóveis
em 2011.”

O Brasil não tem tradição na indústria automobilística e nunca vai ter. Não é a nossa
praia e portanto não nos preocupamos com isso. Ponto final.

 

 

 

M&P: Na área da comunicação e marketing do
Brasil, quais são os sectores que estão a crescer mais? Onde estão as
oportunidades?

RM: As áreas digital e de eventos crescem mais que outras. Mas
arrastadas, pelo efeito de uma classe média em crescimento (pelo menos por
enquanto) até mesmo as áreas tradicionais continuam a crescer. Mas diria que,
realmente, e onde podemos aportar algo, é na área digital.

M&P: E no caso da Euro RSCG Brasil? Quais as
áreas em que a agência está a ter um crescimento mais significativo? Prevê
lançar novas áreas de negócio no curto prazo?

RM: A Euro RSCG no Brasil possui agências nas áreas de publicidade,
media, design e arquitectura, digital e healthcare. Acabamos de lançar duas
empresas digitais na área de social media, continuamos em franca expansão. O
nosso crescimento ultrapassou os 30 por cento. É já o terceiro ano consecutivo
de crescimentos quase absurdos. Mas o mercado já está a dar os primeiros sinais
de cansaço.

- Então, Sr. Ricardo, dê liberdade aos seus “súditos”
e deixe que a criatividade brasileira cuide do resto.

M&P: Mas considera o Brasil um país seguro
para investir? Onde é que estão, neste momento, os entraves à entrada de
empresas estrangeiras no país?

RM: Já falei sobre alguns dos entraves e inseguranças. Nos sectores
principais em que actuamos existe um fortíssimo corporativismo. Não posso
afirmar que se trata de um mercado fechado, mas as barreiras à entrada são
enormes. Vejo com alguma frequência empresários portugueses que chegam e a
primeira coisa que fazem é encontrar um “padrinho” local… É que não há outra
forma, se não ainda se perdem nas “voltas” que o Brasil dá. Grandes empresas
portuguesas, como a Sonae e o Jerónimo Martins desistiram do Brasil. E são
empresas com recursos e know-how. A PT foi praticamente corrida da Vivo porque
não tinha os bolsos suficientemente fundos para ser ela a comprar a parte da
Telefónica. Há pois que ter atenção às enormes necessidades de capital, o
Brasil é um país imenso e tem muitos mercados: São Paulo, Rio de Janeiro,
Nordeste, etc. Cada um é muito maior que Portugal inteiro. E cada um deles tem
os seus players e as suas características.

“Já
falei sobre alguns dos entraves e inseguranças. Nos sectores principais em que
actuamos existe um fortíssimo corporativismo. Não posso afirmar que se trata de
um mercado fechado, mas as barreiras à entrada são enormes. Vejo com alguma
frequência empresários portugueses que chegam e a primeira coisa que fazem é
encontrar um “padrinho” local… É que não há outra forma, se não ainda se perdem
nas “voltas” que o Brasil dá”-

Em Portugal não há corporativismo, não é?

Em Portugal não é preciso ter um ou mais padrinhos, se calhar,  para conseguir-se estabelecer
com um negócio próprio ou mesmo ser aceito em um emprego, não é? Em Portugal
não há preconceito (por mais velado que seja) contra basileiros, não é? Em
Portugal não há barreiras, não é? Portugal não “dá voltas”, não é? Afinal, não
é de Portugal o slogan “um país de todos” rsrs? Portugal, com toda a crise pela
qual (dizem) está passando, continua com os shoppings, lojas, bares,
restaurantes, cinemas, teatros, concertos, discotecas e tudo mais que leve ao
gasto, bombando.  O país está em crise,
mas no período de junho ao final de agosto o país para. Portugal inteiro sai de
férias. Chega ao cúmulo de se ligar para um jornal de grande circulação do país
e saber-se que não foi possível receber uma tabela de preços porque 65% do
efetivo estão de férias. “Crisis? What’s crisis?” De quem foi mesmo esta
citação? rsrs O Sr Ricardo deve saber, não é? rsrs

Quando o Brasil teve a sua (uma das, quero dizer)
crise o que mais se via eram frases, slogans, jingles e tudo mais debochando da
crise. Lembro-me de um anúncio com uma banana e o seguinte texto: “Aqui pra crise, ó.”

Aqui em Portugal todos reclamam, mas ninguém vai à luta, ninguém corre atrás. I

nclusive alguns jornalistas portugue3ses já estão escrevendo artigos sobre tal postura

e apelam ao povo portugues para parar de reclamar e mudar de atitude e fazer,
por mãos à obra. Há uma quantidade enorme de portugueses vivendo às custas do
salário-desemprego e fazendo uns “bicos” (quer dizer que emprego de verdade
virou bico???)  por recibos verdes (ou não) “pra engordar a renda”.

Não estou mentindo e o Sr. Ricardo sabe muito bem disso.

Os bancos endividados por terem emprestado “a rodo”durante
uma década ou mais e terem recebido um grande calor, mas com oferta de dinheiro
barato a partir do governo, mas com o compromisso de emprestar a percentual de
juros previamente estabelecido pelo próprio governo e não tomam emprestado porque
querem elevar o percentual para empréstimos que forem feitos. Como o país vai
sair do buraco dessa forma? É muito fácil falar do Brasil, falar dos
brasileiros que vêm pra cá e tudo mais. Brasileiro vai pra qualquer lugar do
mundo e se vira, trabalha, conquista e se quer encarar assim, ameaçam, sim,

porque são bons no que fazer, e práticos também.

 

M&P: Disse numa entrevista a um canal de
televisão brasileiro que “boto esse sotaque de mentirinha para que todo o mundo
me entenda”. As diferenças entre portugueses e brasileiros são assim tão
significativas?

RM: Se fizer uma apresentação com o português de Portugal a qualquer
cliente do Brasil, muito simplesmente, ele vai perder mais de metade das coisas
que eu digo. As palavras são as mesmas mas o sotaque impede que eles entendam.
Há também pequenas diferenças. “Ligeiro” significa para nós “rápido” ou “leve”
para nós. Para eles é apenas “rápido”. Não existe um objecto “partido”, mas sim
objecto “quebrado”. Foram incontáveis as vezes em que ao chegar ao hotel as
pessoas me responderam em espanhol! Pensamos que não, mas é impressionante como
a diferença é enorme. Apresentei há uns dias umas ideias soltas a um alto
responsável governamental que me perguntou: “Se fizermos publicidade no Brasil,
acha que o devemos fazer em português do Brasil?”. Fiquei pregado ao chão
porque também eu teria feito essa pergunta há uns anos.

- Uma grande pena, Sr. Ricardo, que pense dessa
forma. Brasileiro ( e principalmente os empresários brasileiros) não é burro e
entende, sim, o que falam os portugueses. É claro que temos que “dar um
desconto” para algumas palavras com significado diferentes, embora com  a mesma grafia,

para uma forma de falar mais rápida e para algumas expressões idomáticas,

mas entendemos o que dizem, sim.

E o “sotaque de mentirinha” é desnecessário, uma vez que o compreendemos e
não há nenhum preconceito (como há em Portugal) quanto ao português e seu
sotaque.

Porque todo português afirma que “a língua portuguesa correta é o
português de Portugal?” Isso, sim, é preconceito contra o português do Brasil.

Deixemos cada país lusófono com as cuas formas de falar e redigir o português, o seu português.

Fomos acostumados a ouvir desde muito pequeninos o sotaque português de nossos
bisavós,  avós e pais e também de muitos comerciantes que se estabeleceram

no Brasil e que lá estão com seus comércios até hoje, através deles ainda,

de seus filhos ou de seus netos. E sempre respeitamos e recebemos todos

com muito amor e carinho. É assim que somos, Sr. Ricardo. E caso não saiba, ou mesmo, não acredite,

amamos os portugueses.

Para concluir, uma ressalva: Vim para Portugal porque estava insatisfeito

com inúmeros aspectos, situações e etc. no Brasil, mas foi uma escolha minha

e estou satisfeito com o seu país e o seu povo, porque respeito as diferenças culturais

e me faço respeitar para não ser destratado, obviamente não por  todos, mas
por alguns, assim como há brasileiros preconceituosos, sei bem disso e o
preconceito existe mesmo em todo o mundo, infeliz e desgraçadamente. Por este
motivo é que me ofendi com suas palavras. Adoro Portugal, amo de verdade esta
terra que hoje considero minha segunda pátria e sempre falo bem dela para quem
quer que seja. Problemas todos os países têm. Pessoas ruins todos os países
têm, no entanto não se justifica se expressar sobre o Brasil como o Sr. se
expressou.

Leia a entrevista na íntegra a Ricardo Monteiro na edição em
papel do M&P desta semana, totalmente dedicada ao Brasil

 

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publicado por propagandaearte, em 11.05.12 às 12:26link do post | favorito

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